Para enxergar uma pessoa como ela realmente é, é preciso abandonar a ideia de que ela é o que você criou na sua cabeça.

Nesse podcast quero trazer essa reflexão pra vocês.

A gente cria uma série de conceitos e julgamentos sobre uma pessoa, e chega um momento que a gente não se permite mais ver a pessoa como ela realmente é, porque ficou tão cheio/tão repleto desses julgamentos que não sobra mais espaço pra enxergar o outro como ele verdadeiramente é, com suas forças, fraquezas, dores, enfim, ele na sua essência.

Muitas vezes até por mágoas que a gente carrega e por causa da maneira como enxergamos o mundo (o que costumo chamar de nossos filtros), a gente deixa de ver o outro como ele é.

Quero compartilhar uma mensagem que achei muito linda, escrita pela Sandra Levino, terapeuta, que já esteve conosco em uma entrevista aqui.

“Quando você achar que já sabe tudo sobre alguém, comece tudo de novo.

Comece do ponto em que sua inocência deu lugar a qualquer outra coisa, menos estar presente.

Pra não ter que lidar com o imprevisível, você aciona seu lado controlador e coloca um rótulo, sem saber o quanto está se limitando. O quanto não está vivendo.

É no controle que você perde a graça do momento.

Descontrole-se!”

Deixo então essas perguntas pra vocês: 

Quando foi que você deixou de olhar com olhos novos para alguém, principalmente se essa pessoa é alguém que você convive todos os dias?

Quando foi que você deixou de ter curiosidade e começou a rotular a tudo e a todos?

Quando foi que você deixou de desenvolver um olhar compassivo para com as pessoas que você ama? Será que você não deixou de ter esse olhar compassivo com você mesmo também?

Sem ingenuidade, mas com uma compreensão genuína pelo caminho do outro, que possamos fazer esse exercício todos os dias e cada vez mais.

Espero que gostem da mensagem!

Um beijo a todos e até a próxima!

 

Clique aqui se quiser conhecer mais sobre o meu trabalho.

Confira também:
EP124: Você está preparado para reencontrar a si mesmo? Com Sandra Levino

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